Dia Mundial da Luta Contra a Raiva
O dia 28 de setembro é lembrado mundialmente como o Dia da Luta Contra a Raiva. Esta data é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi instituída pela Aliança Global para o Controle da Raiva (GARC).
Além disso, a data também é uma homenagem ao cientista francês Louis Pasteur, falecido em 28 de setembro de 1895. Pasteur foi o responsável por criar a vacina anti-rábica, além de inúmeras descobertas que permitiram salvar incontáveis vidas.
Sobre a doença
A Raiva é uma zoonose fatal para os humanos em quase 100% dos casos, podendo ser curada apenas no início do contágio. Estima-se que 60.000 pessoas padecem pela doença ao redor do mundo todos os anos. Para os animais, a situação é igualmente grave, já que não há tratamento para eles após a infecção e eles inevitavelmente vão a óbito.
O vírus é transmitido pela saliva, mais comumente através de uma mordida ou mesmo um arranhão de um animal infectado.
Sintomas
A doença afeta principalmente o sistema nervoso central e possui uma mortalidade muito alta. O início dos sintomas pode variar muito entre humanos e animais. Geralmente em 45 dias nos humanos, quando o vírus chega no cérebro, e de 10 dias a 2 meses nos animais. Entre eles é possível perceber:
Nos animais: mudanças de comportamento, dificuldade de deglutição, sialorreia (produção excessiva de saliva) e problemas de coordenação motora, como ataxia e paralisia das patas.
Nos humanos: sintomas semelhantes com os de uma gripe como dor de cabeça, febre, fadiga e em estágios mais avançados, alucinações, espasmos musculares e paralisia.
Caso você seja mordido por algum animal silvestre ou cujo histórico vacinal não é conhecido, lave a ferida com água corrente e busque imediatamente auxílio médico para iniciar o protocolo pós-exposição e aumentar as chances de cura.
Prevenção
A maior forma de prevenir a disseminação da doença é através da vacinação regular de cães e gatos. A vacina antirrábica deve ser aplicada anualmente por um veterinário de confiança.
Além disso, é importante evitar o contato direto com animais de rua, cujo histórico vacinal é desconhecido, assim como morcegos e animais silvestres, pois mesmo parecendo assintomáticos, eles ainda podem portar o vírus da Raiva.

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